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Que magnésio escolher: guia das 7 formas, dosagens e momentos de toma


Bisglicinato com 80% de absorção ou óxido com 4% — a forma que escolhe muda tudo. Comparação científica das 7 formas de magnésio, o melhor magnésio para a menopausa e quando o tomar para obter um efeito ideal.

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María Velazquez
Nutricionista especializada em saúde feminina · Equipa Nutremys

Apaixonada pela ciência da nutrição aplicada à longevidade feminina, María acompanha mulheres nas suas escolhas de suplementação há mais de 10 anos. Cada artigo da Nutremys baseia-se em dados clínicos verificados e em fontes reconhecidas (EFSA, ANSES, PubMed).

Aviso importante: Este artigo baseia-se em dados clínicos publicados e tem fins meramente informativos. Não substitui o aconselhamento médico. Consulte o seu médico antes de iniciar qualquer suplementação, especialmente se estiver a fazer algum tratamento (IBP, diuréticos, antibióticos).
Num relance

Nem todas as formas de magnésio são iguais — a diferença de absorção varia entre 4% e 80%

Que magnésio escolher entre as dezenas de formas disponíveis? A resposta depende do seu objetivo: sono, stress, saúde óssea, cognição ou trânsito intestinal. Mas há um facto universal: a forma de magnésio determina a quantidade efetivamente absorvida pelo organismo — e a diferença é enorme. Um óxido de magnésio de 300 mg fornece-lhe, na realidade, cerca de 12 mg após a absorção. Um bisglicinato de 150 mg fornece-lhe cerca de 120 mg.

Este guia compara as 7 principais formas de magnésio, identifica o melhor magnésio para a menopausa e explica-lhe quando e como o tomar para tirar o máximo partido dos seus benefícios.

Porque é que o magnésio é vital depois dos 40 anos e durante a menopausa

😴 Sono 🧠 Sistema nervoso 🦴 Ossos ❤️ Coração
Que magnésium escolher? Guia completo das 7 formas, dosagens e momentos para tomar

O magnésio intervém em mais de 300 reações enzimáticas do organismo. É indispensável para a produção de energia, a contração muscular, o funcionamento do sistema nervoso, a qualidade do sono e a manutenção da densidade óssea. A EFSA reconhece oficialmente o seu papel na redução do cansaço, no funcionamento normal do sistema nervoso e na manutenção de ossos normais.

O problema? 77% das francesas não atingem os níveis recomendados de ingestão de magnésio (estudo SU.VI.MAX). E a situação piora depois dos 40 anos: a absorção intestinal diminui com a idade, alguns medicamentos comuns (IBP, diuréticos) esgotam as reservas, e a menopausa acelera a perda de magnésio devido às flutuações hormonais.

77%
das francesas abaixo dos níveis recomendados de ingestão de magnésio (SU.VI.MAX)
300+
reações enzimáticas nas quais o magnésio está envolvido
4 a 80%
diferença de biodisponibilidade entre o óxido e o bisglicinato de magnésio
📌 Magnésio e menopausa: uma ligação direta

O magnésio é o cofator indispensável da vitamina D: sem ele, a vitamina D permanece numa forma inativa e não pode desempenhar o seu papel na absorção do cálcio. É a cadeia completa: magnésio → ativa a vitamina D → permite a absorção do cálcio → que se fixa na matriz de colagénio ósseo. Romper um elo desta cadeia compromete toda a estrutura.


As 7 formas de magnésio comparadas: biodisponibilidade, tolerância e utilizações

Eis a comparação das sete formas de magnésio mais comuns, classificadas por biodisponibilidade decrescente. A forma que escolher determina diretamente a eficácia da sua suplementação.

🏆
Bisglicinato
~80% de absorção
Sono, stress, sistema nervoso
A melhor escolha
🍋
Citrato
~35% de absorção
Trânsito intestinal, energia
Boa opção
🍎
Malato
~30% de absorção
Fadiga, músculos
Energia celular
🧠
Treonato
Atravessa a BHE
Cognição, memória
Névoa mental
❤️
Taurato
Boa absorção
Cardiovascular
Palpitações
🌊
Marinho
~20-30% de absorção
Mistura variável
Cura de manutenção
⚠️
Óxido
~4% de absorção
Efeito laxante
A evitar

🏆 Bisglicinato de magnésio — a referência absoluta

O bisglicinato (ou glicinato) é uma forma quelatada: o magnésio está ligado a duas moléculas de glicina, um aminoácido que também possui propriedades relaxantes sobre o sistema nervoso. Resultado: uma biodisponibilidade de cerca de 80%, uma excelente tolerância digestiva (zero efeito laxante) e um benefício duplo graças à glicina. É a forma recomendada para o stress, o sono, a ansiedade e as cãibras. Se só tiver de reter uma forma: é esta.

🍋 Citrato de magnésio — a boa alternativa versátil

O citrato oferece uma biodisponibilidade razoável (~35 %) e um ligeiro efeito estimulante no trânsito intestinal — o que o torna uma escolha interessante para pessoas com tendência para a obstipação. O ácido cítrico, depois de metabolizado, tem propriedades alcalinizantes. Menos adequado para o sono do que o bisglicinato, continua a ser uma boa opção para uma cura de manutenção energética ou uma remineralização geral.

Que magnésium escolher? Guia completo das 7 formas, dosagens e momentos para tomar

🍎 Malato de magnésio — para a energia celular

O malato combina o magnésio com o ácido málico, um intermediário do ciclo de Krebs (produção de energia celular). Esta forma é frequentemente recomendada para a fadiga crónica e as dores musculares. A sua biodisponibilidade é razoável (~30 %) e a tolerância digestiva é boa. Menos eficaz do que o bisglicinato para o sono, mas interessante como complemento de uma atividade física regular.

🧠 Treonato de magnésio — o magnésio que atravessa a barreira cerebral

O L-treonato de magnésio é a única forma que demonstrou capacidade para atravessar a barreira hematoencefálica e aumentar as concentrações de magnésio no cérebro. Um ensaio controlado aleatorizado (Hausenblas et al., 2024), realizado com 76 adultos, demonstrou uma melhoria significativa da qualidade do sono e do funcionamento diurno após apenas 3 semanas. Um segundo ensaio (Lopresti & Smith, 2025), realizado com 100 adultos, confirmou melhorias na cognição, na memória de trabalho e no tempo de reação. Forma particularmente relevante para o brain fog da menopausa.

❤️ Taurato de magnésio — a escolha cardiovascular

O taurato combina o magnésio com a taurina, um aminoácido que apoia a função cardíaca e a regulação da pressão arterial. Esta forma é recomendada para mulheres com palpitações, hipertensão ou risco cardiovascular acrescido — uma questão particularmente relevante após a menopausa, quando desaparece a proteção estrogénica.

🌊 Magnésio marinho — o falso amigo natural

O magnésio marinho é extraído da água do mar e contém uma mistura de sais de magnésio (frequentemente muito óxido). A sua biodisponibilidade é moderada (20-30 %) e varia consideravelmente consoante os produtos. Pode ser adequado para uma cura curta de manutenção, mas é claramente inferior ao bisglicinato para uma suplementação regular. Atenção aos frequentes problemas digestivos associados à presença de óxido.

⚠️ Óxido de magnésio — a falsa boa opção a evitar

O óxido de magnésio é a forma mais barata — e menos eficaz. Com uma biodisponibilidade de apenas 4%, um comprimido de 300 mg de óxido fornece-lhe, na realidade, apenas cerca de 12 mg de magnésio utilizável. O restante provoca uma entrada de água no intestino, daí um efeito laxante acentuado. Apesar do seu elevado teor de magnésio elementar (60%), é uma armadilha: nunca confie na dosagem total indicada sem verificar a forma.

🔬 A fórmula que realmente importa

Magnésio realmente absorvido = teor elementar × biodisponibilidade. Um bisglicinato com 150 mg de magnésio elementar e 80% de biodisponibilidade fornece-lhe cerca de 120 mg utilizáveis. Um óxido com 300 mg de magnésio elementar e 4% fornece-lhe apenas cerca de 12 mg. O bisglicinato, com metade da dose indicada, fornece 10 vezes mais magnésio real. É por isso que a forma é tão importante — ou até mais — do que a dosagem indicada no rótulo.


Qual é o melhor magnésio para a menopausa?

A resposta é clara: o bisglicinato de magnésio é a forma mais adequada para a menopausa. E as provas acumulam-se.

Que magnésium escolher? Guia completo das 7 formas, dosagens e momentos para tomar
🌡️
-41% de afrontamentos

O estudo-piloto de Park et al. (2011), realizado com 29 mulheres na menopausa com cancro da mama, mostrou que a suplementação de 400 mg/dia de magnésio durante 4 semanas reduzia a frequência dos afrontamentos em 41,4% e a sua intensidade em 50%. Uma alternativa promissora para as mulheres que não podem fazer THS.

☀️
Ativa a vitamina D sem suplementação direta

O estudo de Grenade (2020), realizado com 52 mulheres na menopausa, demonstrou que 500 mg/dia de magnésio durante 8 semanas melhorava significativamente o estado da vitamina D — mesmo sem ingestão adicional de D3. O magnésio é o cofator indispensável à conversão da vitamina D na sua forma ativa (calcitriol).

😴
Melhora o sono e o funcionamento cognitivo

O ensaio controlado de Hausenblas et al. (2024) mostrou que o L-treonato de magnésio melhorava significativamente a qualidade do sono profundo e o funcionamento diurno após 3 semanas. O bisglicinato, graças à glicina, oferece um benefício semelhante no relaxamento e na indução do sono.

🧠
Reduz a ansiedade e o stress — sintomas importantes da menopausa

Uma revisão sistemática publicada na Nutrients (Boyle et al., 2017) analisou o conjunto dos estudos sobre o magnésio e a ansiedade. Conclusão: a suplementação com magnésio revela um efeito positivo na ansiedade subjetiva e no stress, particularmente em pessoas com maior vulnerabilidade — o que inclui mulheres na perimenopausa e na menopausa, períodos de grande flutuação dos neurotransmissores.

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Magnésio

Ativa a vitamina D em calcitriol

☀️
Vitamina D3

Permite a absorção intestinal do cálcio

🦴
Cálcio

Fixa-se na estrutura óssea orgânica

🐟
Colagénio

A matriz sobre a qual o cálcio se deposita

=
💪
Ossos fortes

Sinergia completa para a saúde óssea

💡 Em resumo para a menopausa

Escolha n.º 1: Bisglicinato de magnésio — 300–400 mg/dia à noite → sono, stress, cãibras, cofator da D3. É o ativo de base de qualquer bom suplemento para a menopausa.

Opção complementar: Treonato de magnésio — se predominarem a névoa mental ou as perturbações cognitivas (a única forma que atravessa a barreira hematoencefálica).

O magnésio faz parte da nossa fórmula para a menopausa

Magnésio, colagénio marinho hidrolisado, vitamina D3 — uma sinergia de ativos concebida para acompanhar a menopausa com ciência e suavidade.

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Quando e como tomar magnésio para um efeito ideal

A hora da toma, a divisão das doses e as associações influenciam diretamente a eficácia do seu magnésio. Eis o guia prático baseado no nosso guia dos suplementos depois dos 50 anos.

1
Bisglicinato: à noite, 30–60 min antes de deitar

A glicina do bisglicinato tem um efeito relaxante documentado no sistema nervoso. Tomar magnésio à noite otimiza o seu efeito na qualidade do sono e no adormecimento. Ideal com um copo grande de água, fora das refeições ou com um pequeno lanche.

2
Citrato: de manhã, com o pequeno-almoço

O seu ligeiro efeito estimulante no trânsito intestinal torna-o mais adequado para a manhã. Tomar com uma refeição para melhorar a tolerância digestiva. Evite combiná-lo ao mesmo tempo com chá ou café — os taninos e a cafeína reduzem a absorção do magnésio em 40 a 60%.

3
Dividir em 2 tomas por dia

A capacidade de absorção intestinal do magnésio satura acima de 200 mg por toma. Tomar 400 mg de uma só vez significa perder uma boa parte da dose. Divida em duas tomas (manhã e noite) para otimizar a absorção total. Isto também se aplica ao citrato e ao malato.

4
Associações benéficas: + vitamina D3 + vitamina B6

A vitamina B6 melhora a entrada do magnésio nas células — por isso, muitas fórmulas os associam. A vitamina D3 e o magnésio dependem mutuamente um do outro: o magnésio ativa a D3, e a D3 otimiza a utilização do magnésio. Tomá-los em conjunto potencia o efeito de cada um.

5
Duração do tratamento: 2-3 meses no mínimo, renovável

Os primeiros efeitos no stress e no sono surgem ao fim de 2 a 4 semanas. Os benefícios na densidade óssea e no estado da vitamina D requerem 2 a 3 meses. Não cometa o erro de parar após 2 semanas, pensando que "não funciona" — o magnésio atua progressivamente. O tratamento pode ser repetido tantas vezes quantas forem necessárias, desde que as dosagens sejam respeitadas.

⚠️ Associações a evitar

Magnésio + chá/café: aguarde pelo menos 1 h — os taninos e a cafeína reduzem a absorção. Magnésio + ferro: competem pela absorção. Separe-os por 2 horas. Magnésio + cálcio em dose elevada ao mesmo tempo: em grandes quantidades simultâneas, interferem mutuamente. A solução: cálcio de manhã, magnésio à noite.


Os 5 erros mais frequentes com o magnésio

Mesmo com a melhor intenção, uma suplementação mal orientada pode ser ineficaz. Eis as armadilhas que deve evitar a todo o custo.

Escolher o óxido por hábito ou pelo preço

É a forma mais barata — e menos eficaz. 4 % de absorção significa que 96 % do magnésio ingerido atravessa o intestino sem ser absorvido, provocando perturbações digestivas. Se o seu farmacêutico lhe propuser um magnésio "com elevado teor" de magnésio elementar, verifique se não se trata de óxido.

🔢
Basear-se na dosagem total sem verificar a forma

"500 mg de magnésio" no rótulo não significa nada se a forma não for especificada. O que importa é o magnésio elementar × a biodisponibilidade. Leia a composição detalhada: "bisglicinato de magnésio que fornece 150 mg de magnésio elementar" diz-lhe muito mais do que "magnésio 500 mg".

💊
Tomar 400 mg numa única toma

A absorção intestinal de magnésio satura acima de 200 mg por toma. Acima desse valor, o excesso não é absorvido e pode provocar perturbações digestivas. Divida sempre em 2 tomas espaçadas (manhã/noite) para maximizar a absorção efetiva.

⏱️
Parar demasiado cedo (antes das 4 semanas)

O magnésio não é um analgésico — atua repondo gradualmente as suas reservas celulares. Os primeiros efeitos surgem após 2 a 4 semanas de toma regular. Desistir ao fim de 10 dias porque "não sente nada" é o erro mais frequente e mais prejudicial.

💊
Ignorar as interações medicamentosas

Alguns medicamentos esgotam ativamente as suas reservas de magnésio: os inibidores da bomba de protões (IBP, omeprazol), os diuréticos (furosemida), alguns antibióticos (fluoroquinolonas) e os laxantes estimulantes. Se toma algum destes tratamentos, a sua necessidade de magnésio é provavelmente superior à média — e a forma bisglicinato é ainda mais importante para maximizar a absorção. Informe sempre o seu médico sobre a sua suplementação.


FAQ — Perguntas frequentes sobre o magnésio

Pergunta 1É possível tomar magnésio todos os dias?
Sim, o magnésio pode ser tomado diariamente em doses de 300–400 mg de magnésio elementar por dia. Como o organismo não armazena o magnésio de forma eficiente, é necessária uma toma regular para manter níveis ideais. Recomendam-se curas de 2–3 meses, seguidas de uma reavaliação. Se estiver a fazer algum tratamento médico, consulte o seu médico.
Pergunta 2O magnésio dá sono? Que forma é indicada para dormir?
O magnésio não provoca sono como um comprimido para dormir, mas favorece o relaxamento muscular e nervoso, facilitando o adormecimento. O bisglicinato é a forma mais recomendada para o sono: a glicina que o compõe tem, por si só, um efeito relaxante documentado. O treonato de magnésio também apresentou resultados positivos na qualidade do sono num ensaio controlado de 2024. Tomar magnésio à noite, 30 a 60 minutos antes de se deitar, otimiza o seu efeito.
Pergunta 3Magnésio marinho ou bisglicinato: qual escolher?
O bisglicinato é claramente superior. Oferece uma biodisponibilidade de cerca de 80 %, contra 20–30 % no caso do magnésio marinho. Além disso, o magnésio marinho contém frequentemente óxido de magnésio, responsável por problemas digestivos. O bisglicinato é mais bem tolerado, mais bem absorvido e fornece ainda glicina, um aminoácido relaxante. O magnésio marinho continua a ser uma opção aceitável para uma curta cura de manutenção, mas o bisglicinato é a escolha ideal para uma suplementação regular.
Pergunta 4É possível tomar magnésio e cálcio ao mesmo tempo?
Sim, mas com uma nuance. Em doses moderadas, ambos são compatíveis. No entanto, em doses elevadas tomadas simultaneamente (mais de 300 mg de cada), podem competir pela absorção intestinal. A solução simples: tomar o cálcio de manhã, com a refeição, e o magnésio à noite. Esta distribuição otimiza a absorção de ambos e tira partido do efeito relaxante do magnésio no sono.
Pergunta 5Quais são os sinais de excesso de magnésio?
É praticamente impossível ingerir magnésio em excesso através da alimentação. Com a suplementação, os primeiros sinais de sobredosagem são digestivos: diarreia, náuseas, cólicas abdominais. Doses muito elevadas (superiores a 5 000 mg/dia) podem provocar hipotensão. A EFSA estabelece o limite superior de segurança para o magnésio sob a forma de suplemento em 250 mg por dia de magnésio elementar — acima deste valor, recomenda-se aconselhamento médico. Na prática, 300-400 mg/dia sob a forma de bisglicinato são bem tolerados pela grande maioria das pessoas.

Descubra as nossas fórmulas com magnésio

Magnésio, colagénio marinho, vitamina D3 — sinergias de ativos concebidas para a mulher depois dos 40 anos.

Menopause Vitality → Guia de suplementos depois dos 50 anos →
Fontes científicas
Estudo SU.VI.MAX (1994-2002) — 14 000 participantes
Carência de magnésio: 73% dos homens e 77% das mulheres abaixo das IRD
ANSES — Agência Nacional de Segurança Sanitária (2021)
Valores de referência nutricionais para vitaminas e minerais — Magnésio
anses.fr
EFSA — Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos
Alegações de saúde autorizadas — Magnésio: fadiga, sistema nervoso, estrutura óssea
efsa.europa.eu
Park H, et al. — Supportive Care in Cancer (2011)
Um ensaio-piloto de fase II sobre suplementos de magnésio para reduzir os afrontamentos da menopausa em doentes com cancro da mama
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21271347
Rodríguez-Morán M, et al. — Nutrients (2020)
Resposta da vitamina D após uma intervenção com magnésio em mulheres pós-menopáusicas — Granada
pmc.ncbi.nlm.nih.gov/PMC7468838
Hausenblas HA, et al. — Sleep Medicine: X (2024)
O L-treonato de magnésio melhora a qualidade do sono e o funcionamento durante o dia — ECR
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39252819
Lopresti AL, Smith SJ — Frontiers in Nutrition (2025)
Os efeitos do L-treonato de magnésio no desempenho cognitivo e na qualidade do sono — ECR
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41601871
Boyle NB, et al. — Nutrients (2017)
Os efeitos da suplementação de magnésio na ansiedade e no stress subjetivos — Revisão sistemática
doi.org/10.3390/nu9050429
Aviso médico

As informações partilhadas neste blog têm fins educativos e informativos. Não substituem, de forma alguma, uma consulta médica, um diagnóstico ou um tratamento prescrito por um profissional de saúde. Se apresentar sintomas, estiver a fazer um tratamento ou estiver grávida, consulte o seu médico antes de alterar a sua alimentação ou iniciar uma suplementação. Os suplementos alimentares Nutremys LAB não devem substituir uma alimentação variada e equilibrada nem um estilo de vida saudável.

Maria Velazquez