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Ciência & Nutrição ⏱ 9 min de leitura

Que magnésio escolher? Guia completo das 7 formas, dosagens e momentos de toma

Bisglicinato com 80% de absorção ou óxido com 4% — a forma que escolher faz toda a diferença. Comparativo científico das 7 formas de magnésio, o melhor magnésio para a menopausa e quando tomá-lo para um efeito ótimo.

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María Velazquez
Nutricionista especializada em saúde feminina · Equipa Nutremys

Apaixonada pela ciência nutricional aplicada à longevidade feminina, María acompanha as mulheres nas suas escolhas de suplementação há mais de 10 anos. Cada artigo Nutremys baseia-se em dados clínicos verificados e fontes reconhecidas (EFSA, ANSES, PubMed).

Aviso importante: Este artigo baseia-se em dados clínicos publicados e é apenas para fins informativos. Não substitui um parecer médico. Consulte o seu médico antes de iniciar qualquer suplementação, especialmente em caso de tratamento em curso (IPP, diuréticos, antibióticos).
De relance

Nem todas as formas de magnésio são iguais — a diferença de absorção varia entre 4% e 80%

Que magnésio escolher entre as dezenas de formas disponíveis? A resposta depende do seu objetivo: sono, stress, saúde óssea, cognição ou trânsito intestinal. Mas um facto é universal: a forma de magnésio determina a quantidade realmente absorvida pelo seu organismo — e a diferença é colossal. Um óxido de magnésio de 300 mg fornece na realidade ~12 mg após absorção. Um bisglicinato de 150 mg fornece ~120 mg.

Este guia compara as 7 principais formas de magnésio, identifica o melhor magnésio para a menopausa, e explica quando e como tomá-lo para tirar o máximo proveito.

Por que o magnésio é vital após os 40 anos e durante a menopausa

😴 Sono 🧠 Sistema nervoso 🦴 Ossos ❤️ Coração
Que magnésio escolher? Guia completo das 7 formas, dosagens e momentos de toma

O magnésio intervém em mais de 300 reações enzimáticas do organismo. É indispensável para a produção de energia, contração muscular, funcionamento do sistema nervoso, qualidade do sono e manutenção da densidade óssea. A EFSA reconhece oficialmente os seus papéis na redução da fadiga, no funcionamento normal do sistema nervoso e na manutenção de uma estrutura óssea normal.

O problema? 77% das francesas não atingem as doses recomendadas de magnésio (estudo SU.VI.MAX). E a situação piora após os 40 anos: a absorção intestinal diminui com a idade, alguns medicamentos comuns (IPP, diuréticos) esgotam as reservas, e a menopausa acelera a perda de magnésio devido às flutuações hormonais.

77%
das francesas abaixo das doses recomendadas de magnésio (SU.VI.MAX)
300+
reações enzimáticas nas quais o magnésio está envolvido
4 a 80%
diferença de biodisponibilidade entre o óxido e o bisglicinato de magnésio
📌 Magnésio e menopausa: uma ligação direta

O magnésio é o cofactor indispensável da vitamina D: sem ele, a vitamina D permanece inativa e não pode cumprir o seu papel na absorção do cálcio. É a cadeia completa: magnésio → ativa a vitamina D → permite a absorção do cálcio → que se fixa na estrutura do colagénio ósseo. Quebrar um elo desta cadeia compromete toda a estrutura.


As 7 formas de magnésio comparadas: biodisponibilidade, tolerância e usos

Aqui está a comparação das sete formas de magnésio mais comuns, classificadas por biodisponibilidade decrescente. A forma que escolher determina diretamente a eficácia da sua suplementação.

🏆
Bisglicinato
~80% absorção
Sono, stress, nervosismo
A melhor escolha
🍋
Citrato
~35% absorção
Trânsito, energia
Boa opção
🍎
Malato
~30% absorção
Fadiga, músculos
Energia celular
🧠
Treonato
Passa a BHE
Cognição, memória
Névoa mental
❤️
Taurato
Boa absorção
Cardiovascular
Palpitações
🌊
Marinho
~20-30% absorção
Mistura variável
Cura de manutenção
⚠️
Óxido
~4% absorção
Efeito laxante
A evitar

🏆 Bisglicinato de magnésio — a referência absoluta

O bisglicinato (ou glicinato) é uma forma quelatada: o magnésio está ligado a duas moléculas de glicina, um aminoácido que por si só tem propriedades relaxantes no sistema nervoso. Resultado: uma biodisponibilidade de cerca de 80%, uma excelente tolerância digestiva (zero efeito laxante) e um duplo benefício graças à glicina. É a forma recomendada para o stress, sono, ansiedade e cãibras. Se só deve reter uma forma: é esta.

🍋 Citrato de magnésio — a boa alternativa versátil

O citrato oferece uma biodisponibilidade razoável (~35 %) e um ligeiro efeito estimulante no trânsito — o que o torna uma escolha interessante para pessoas sujeitas a obstipação. O ácido cítrico, uma vez metabolizado, tem propriedades alcalinizantes. Menos adequado para o sono do que o bisglicinato, continua a ser uma boa opção para uma cura de manutenção energética ou uma remineralização geral.

Que magnésio escolher? Guia completo das 7 formas, dosagens e momentos de toma

🍎 Malato de magnésio — para a energia celular

O malato associa o magnésio ao ácido málico, um intermediário do ciclo de Krebs (produção de energia celular). Esta forma é frequentemente recomendada para a fadiga crónica e dores musculares. A sua biodisponibilidade é razoável (~30 %) e a sua tolerância digestiva é boa. Menos eficaz que o bisglicinato para o sono, mas interessante como complemento a uma atividade física regular.

🧠 Treonato de magnésio — o magnésio que atravessa a barreira cerebral

O L-treonato de magnésio é a única forma que demonstrou a sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica e aumentar as concentrações de magnésio no cérebro. Um ensaio controlado randomizado (Hausenblas et al., 2024) com 76 adultos mostrou uma melhoria significativa na qualidade do sono e no funcionamento diurno após apenas 3 semanas. Um segundo ensaio (Lopresti & Smith, 2025) com 100 adultos confirmou melhorias na cognição, na memória de trabalho e no tempo de reação. Forma particularmente relevante para o brain fog da menopausa.

❤️ Taurato de magnésio — a escolha cardiovascular

O taurato associa o magnésio à taurina, um aminoácido que apoia a função cardíaca e a regulação da pressão arterial. Esta forma é recomendada para mulheres com palpitações, hipertensão ou risco cardiovascular aumentado — uma questão particularmente relevante após a menopausa, quando a proteção estrogénica desaparece.

🌊 Magnésio marinho — o falso amigo natural

O magnésio marinho é extraído da água do mar e contém uma mistura de sais de magnésio (frequentemente muito óxido). A sua biodisponibilidade é moderada (20-30 %) e varia consideravelmente consoante os produtos. Pode ser adequado para uma cura de manutenção curta, mas é claramente inferior ao bisglicinato para uma suplementação regular. Atenção aos frequentes problemas digestivos relacionados com a presença de óxido.

⚠️ Óxido de magnésio — o falso bom negócio a evitar

O óxido de magnésio é a forma mais barata — e a menos eficaz. Com uma biodisponibilidade de apenas 4 %, um comprimido de 300 mg de óxido fornece-lhe na realidade apenas ~12 mg de magnésio utilizável. O resto provoca uma atração de água no intestino, causando um efeito laxante pronunciado. Apesar do seu elevado teor de magnésio elementar (60 %), é uma armadilha: nunca confie na dose total indicada sem verificar a forma.

🔬 A fórmula que realmente importa

Magnésio realmente absorvido = teor elementar × biodisponibilidade. Um bisglicinato contendo 150 mg de magnésio elementar com 80 % de biodisponibilidade fornece-lhe ~120 mg utilizáveis. Um óxido contendo 300 mg de magnésio elementar a 4 % fornece-lhe apenas ~12 mg. O bisglicinato com metade da dose indicada dá 10 vezes mais magnésio real. Por isso, a forma conta tanto — ou mais — do que a dose indicada no rótulo.


Qual é o melhor magnésio para a menopausa?

A resposta é clara: o bisglicinato de magnésio é a forma mais adequada para a menopausa. E as evidências acumulam-se.

Que magnésio escolher? Guia completo das 7 formas, dosagens e momentos de toma
🌡️
-41 % de afrontas de calor

O estudo piloto de Park et al. (2011) realizado com 29 mulheres na menopausa com cancro da mama mostrou que uma suplementação de 400 mg/dia de magnésio durante 4 semanas reduzia a frequência das afrontas de calor em 41,4 % e a sua intensidade em 50 %. Uma alternativa promissora para mulheres que não podem tomar THS.

☀️
Ativa a vitamina D sem suplementação direta

O estudo de Granada (2020) com 52 mulheres na menopausa demonstrou que 500 mg/dia de magnésio durante 8 semanas melhorava significativamente o estado da vitamina D — mesmo sem aporte adicional de D3. O magnésio é o cofator indispensável para a conversão da vitamina D na sua forma ativa (calcitriol).

😴
Melhora o sono e o funcionamento cognitivo

O ensaio controlado de Hausenblas et al. (2024) mostrou que o magnésio L-treonato melhorava significativamente a qualidade do sono profundo e o funcionamento diurno após 3 semanas. O bisglicinato, graças à glicina, oferece um benefício semelhante na relaxação e no adormecimento.

🧠
Reduz a ansiedade e o stress — sintomas principais da menopausa

Uma revisão sistemática publicada em Nutrients (Boyle et al., 2017) analisou todos os estudos sobre magnésio e ansiedade. Conclusão: a suplementação com magnésio mostra um efeito positivo na ansiedade subjetiva e no stress, particularmente em pessoas com maior vulnerabilidade — o que inclui mulheres em perimenopausa e menopausa, período de grande flutuação dos neurotransmissores.

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Magnésio

Ativa a vitamina D em calcitriol

☀️
Vitamina D3

Permite a absorção intestinal do cálcio

🦴
Cálcio

Liga-se à estrutura óssea orgânica

🐟
Colagénio

A matriz onde o cálcio se deposita

=
💪
Ossos fortes

Sinergia completa para a saúde óssea

💡 Em resumo para a menopausa

Escolha #1: Bisglicinato de magnésio — 300-400 mg/dia à noite → sono, stress, cãibras, cofator D3. É o ativo base de todo bom suplemento para a menopausa.

Escolha complementar: Treonato de magnésio — se nevoeiro mental ou perturbações cognitivas predominantes (única forma que atravessa a barreira hematoencefálica).

O magnésio faz parte da nossa fórmula para a menopausa

Magnésio, colagénio marinho hidrolisado, vitamina D3 — uma sinergia de ativos pensada para acompanhar a menopausa com ciência e suavidade.

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Quando e como tomar o magnésio para um efeito ótimo

O momento da toma, a divisão e as associações influenciam diretamente a eficácia do seu magnésio. Aqui está o guia prático retirado do nosso guia de suplementos após os 50 anos.

1
Bisglicinato: à noite, 30-60 min antes de dormir

A glicina do bisglicinato tem um efeito relaxante documentado no sistema nervoso. Tomar magnésio à noite otimiza o seu efeito na qualidade do sono e no adormecer. Ideal com um grande copo de água, fora das refeições ou com um lanche leve.

2
Citrato: de manhã, com o pequeno-almoço

O seu ligeiro efeito estimulante no trânsito intestinal torna-o mais adequado para a manhã. Tomar com uma refeição para melhorar a tolerância digestiva. Evite combiná-lo ao mesmo tempo com chá ou café — os taninos e a cafeína reduzem a absorção de magnésio em 40 a 60%.

3
Dividir em 2 tomadas por dia

A capacidade de absorção intestinal do magnésio satura-se para além de 200 mg por toma. Tomar 400 mg de uma só vez é desperdiçar uma boa parte da dose. Divida em duas tomas (manhã e noite) para otimizar a absorção total. Isto também é válido para o citrato e o malato.

4
Associações benéficas: + vitamina D3 + vitamina B6

A vitamina B6 melhora a entrada do magnésio nas células — por isso muitas fórmulas as associam. A vitamina D3 e o magnésio são mutuamente dependentes: o magnésio ativa a D3, e a D3 otimiza a utilização do magnésio. Tomá-los juntos amplifica o efeito de ambos.

5
Duração do tratamento: mínimo de 2-3 meses, renovável

Os primeiros efeitos no stress e no sono aparecem em 2 a 4 semanas. Os benefícios na densidade óssea e no estado da vitamina D requerem 2 a 3 meses. Não cometa o erro de parar após 2 semanas pensando que "não funciona" — o magnésio atua progressivamente. O tratamento pode ser renovado quantas vezes for necessário, desde que as dosagens sejam respeitadas.

⚠️ Associações a evitar

Magnésio + chá/café: espere pelo menos 1 hora — os taninos e a cafeína reduzem a absorção. Magnésio + ferro: competem na absorção. Separe-os por 2 horas. Magnésio + cálcio em alta dose ao mesmo tempo: em grande quantidade simultânea, interferem um com o outro. A solução: cálcio de manhã, magnésio à noite.


Os 5 erros mais frequentes com o magnésio

Mesmo com boa intenção, uma suplementação mal conduzida pode ser ineficaz. Aqui estão as armadilhas a evitar a todo o custo.

Escolher o óxido por hábito ou por preço

É a forma mais barata — e a menos eficaz. 4 % de absorção significa que 96 % do magnésio ingerido atravessa o intestino sem ser absorvido, causando problemas digestivos. Se o seu farmacêutico lhe propuser um magnésio "com alto teor" de magnésio elementar, verifique se não se trata de óxido.

🔢
Confiar na dosagem total sem verificar a forma

"500 mg de magnésio" no rótulo não significa nada se a forma não for especificada. O que importa é o magnésio elementar × a biodisponibilidade. Leia a composição detalhada: "bisglicinato de magnésio que fornece 150 mg de magnésio elementar" diz-lhe muito mais do que "magnésio 500 mg".

💊
Tomar 400 mg numa única dose

A absorção intestinal de magnésio satura-se para além de 200 mg por toma. Para além disso, o excesso não é absorvido e pode causar problemas digestivos. Divida sempre em 2 tomas espaçadas (manhã/noite) para maximizar a absorção real.

⏱️
Parar demasiado cedo (antes de 4 semanas)

O magnésio não é um analgésico — atua repondo progressivamente as suas reservas celulares. Os primeiros efeitos aparecem após 2 a 4 semanas de toma regular. Desistir após 10 dias porque "não se sente nada" é o erro mais comum e prejudicial.

💊
Ignorar as interações medicamentosas

Alguns medicamentos esgotam ativamente as suas reservas de magnésio: inibidores da bomba de protões (IBP, omeprazol), diuréticos (furosemida), alguns antibióticos (fluoroquinolonas) e laxantes estimulantes. Se estiver a tomar algum destes tratamentos, a sua necessidade de magnésio é provavelmente superior à média — e a forma bisglicinato é ainda mais importante para maximizar a absorção. Informe sempre o seu médico sobre a sua suplementação.


FAQ — Perguntas frequentes sobre o magnésio

Pergunta 1Pode tomar magnésio todos os dias?
Sim, o magnésio pode ser tomado diariamente em doses de 300-400 mg de magnésio elementar por dia. O corpo não armazena magnésio eficazmente, por isso é necessária uma toma regular para manter níveis ótimos. São recomendadas curas de 2-3 meses, com reavaliação depois. Em caso de tratamento médico em curso, consulte o seu médico.
Pergunta 2O magnésio faz dormir? Qual a melhor forma para o sono?
O magnésio não faz dormir como um sonífero, mas favorece a relaxação muscular e nervosa, facilitando o adormecer. O bisglicinato é a forma mais recomendada para o sono: a glicina que o compõe tem um efeito relaxante documentado. O treonato de magnésio também mostrou resultados positivos na qualidade do sono num ensaio controlado de 2024. Tomar magnésio à noite, 30 a 60 minutos antes de deitar, otimiza o seu efeito.
Pergunta 3Magnésio marinho ou bisglicinato: qual escolher?
O bisglicinato é claramente superior. Oferece uma biodisponibilidade de cerca de 80% contra 20-30% para o marinho. Além disso, o magnésio marinho frequentemente contém óxido de magnésio, responsável por problemas digestivos. O bisglicinato é melhor tolerado, melhor absorvido e traz como bónus a glicina, um aminoácido relaxante. O magnésio marinho continua a ser uma opção aceitável para uma cura de manutenção curta, mas o bisglicinato é a escolha ideal para uma suplementação regular.
Pergunta 4Pode tomar magnésio e cálcio ao mesmo tempo?
Sim, mas com uma nuance. Em doses moderadas, os dois são compatíveis. No entanto, em doses elevadas tomadas simultaneamente (mais de 300 mg de cada), podem competir pela absorção intestinal. A solução simples: tomar o cálcio de manhã com a refeição e o magnésio à noite. Esta distribuição otimiza a absorção de ambos e beneficia do efeito relaxante do magnésio para o sono.
Pergunta 5Quais são os sinais de um excesso de magnésio?
Um excesso de magnésio pela alimentação é quase impossível. Na suplementação, os primeiros sinais de sobredosagem são digestivos: diarreia, náuseas, cãibras abdominais. Doses muito elevadas (superiores a 5 000 mg/dia) podem provocar hipotensão. A EFSA fixa o limite superior de segurança para o magnésio em suplementação em 250 mg por dia de magnésio elementar — acima disso, é recomendada avaliação médica. Na prática, 300-400 mg/dia sob a forma de bisglicinato é bem tolerado pela grande maioria das pessoas.

Descubra as nossas fórmulas que incluem magnésio

Magnésio, colagénio marinho, vitamina D3 — sinergias de ativos pensadas para a mulher após os 40 anos.

Menopause Vitality → Guia de suplementos após os 50 anos →
Fontes científicas
Estudo SU.VI.MAX (1994-2002) — 14 000 participantes
Deficiências de magnésio: 73% dos homens e 77% das mulheres abaixo das ANC
ANSES — Agência Nacional de Segurança Sanitária (2021)
Referências nutricionais em vitaminas e minerais — Magnésio
anses.fr
EFSA — Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos
Declarações de saúde autorizadas — Magnésio: fadiga, sistema nervoso, ossos
efsa.europa.eu
Park H, et al. — Supportive Care in Cancer (2011)
Ensaio piloto de fase II de suplementos de magnésio para reduzir afrontamentos na menopausa em pacientes com cancro da mama
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21271347
Rodríguez-Morán M, et al. — Nutrients (2020)
Resposta da Vitamina D após Intervenção com Magnésio em Mulheres Pós-Menopáusicas — Granada
pmc.ncbi.nlm.nih.gov/PMC7468838
Hausenblas HA, et al. — Sleep Medicine: X (2024)
Magnésio-L-treonato melhora a qualidade do sono e o funcionamento diurno — ECR
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39252819
Lopresti AL, Smith SJ — Frontiers in Nutrition (2025)
Os efeitos do magnésio L-treonato no desempenho cognitivo e na qualidade do sono — ECR
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41601871
Boyle NB, et al. — Nutrients (2017)
Os Efeitos da Suplementação de Magnésio na Ansiedade e Stress Subjetivos — Revisão Sistemática
doi.org/10.3390/nu9050429
Aviso médico

La información compartida en este blog tiene fines educativos e informativos. No reemplaza una consulta médica, un diagnóstico o un tratamiento prescrito por un profesional de la salud. Si presenta síntomas, está bajo tratamiento o está embarazada, consulte a su médico antes de modificar su alimentación o iniciar una suplementación. Los complementos alimenticios Nutremys LAB no deben sustituir una dieta variada y equilibrada ni un estilo de vida saludable.

Maria Velazquez